Ainda fomos andar de charrete e almoçamos na cidade de Atibaia. Saímos de lá umas 5 da tarde e chegamos quase 7 hs. da noite em casa.
Foi um dia muito gostoso e curtimos a companhia de nossos amigos!
Gente criativa !! Nem teria coragem de usar uma fofura dessas mas é um charme só hein?!!! Tem mais fotos e modelos no blog dela, visitem que é uma tentação!!!

Aqui está a receita fácil e rápido como eu gosto!
Ingredientes da Massa
600 g. de farinha de trigo
30g de fermento biológico
3 colheres (sopa) de óleo
1 colher (café) de sal
1 colher (sopa) de açúcar
1 1/2 xícara de água morna
Ingredientes do recheio
5 Bananas ou 5 maçãs
100 g de açúcar
Para qualquer fruta acima, picar e levar ao fogo com o açúcar e mexer até ficar molinho.
A massa:
Junte o fermento e a água e deixe repousar por 15 min.
Acrescente uma xícara de farinha de trigo e o açúcar. Deixe por mais 3 min.
Junte o restante dos ingredientes e amasse bem, deixe crescer por 30 min.Coloque a massa no mármore , abra e colo que o recheio da forma e no tamanho que desejar. Pincele com ovo batido . Asse em forno pré-aquecido (180C) por 30 min. Coloque sobre a grelha do forno até esfriar. Bom Apetite!!
Vejam que trabalho mais criativo e delicado , esta moça Lizette transforma desenhos de crianças em bonecos de pano, aplicação de bolsa e em muitas outras idéias fantásticas!!



Toda criança valoriza bonecas feitas à mão. Existe uma relação especial entre a criança e seu boneco (a) , uma dinâmica, um certo mistério , como em todos os relacionamentos. Costurar um simples boneco de pano para a Camila foi um presente para sua vida que inspira magia e a criatividade no ato de brincar e cuidar. Bonecos feitos à mão , como os seres humanos, são únicos, não existem dois iguais.
O Moopy é um bonequinho que carrega o espírito da pessoa que o criou ( eu , a mãe) e nele estão as minhas marcas e meus traços nos bordados dos olhos, na costura do rosto , na forma como o enchí com o algodão. E ao mesmo tempo esse bonequinho absorve o amor que a Camila tem por ele. É um dom maravilhoso poder fazer um objeto com as suas próprias mãos, costurar juntas com amor, no caso da Camila que é pequena o seu papel foi a de ajudar a escolher os tecidos para as orelhas, braços , pernas e corpo e depois de costurado, ela pegava delicadamente o algodão e enchia os bracinhos , o corpinho e enquanto tudo isso acontecia, tínhamos muito diálogo embora ela fosse limitada em palavras. Acho que existe algo além das palavras, um gesto de carinho ao ensiná-la a segurar direitinho cada pedaço de pano costurado, a companhia naquele momento, o ato de fazer uma coisa juntas curtindo o momento, não exige que ela fale bem nem que tenha um vasto vocabulário.
Ela sabia que no fundo estávamos fazendo uma coisa que era para ela e nesses tempos de consumismo exagerado, as crianças crescem achando que os brinquedos e outras coisas simplesmente surgem das prateleiras das lojas. Eles não têm a oportunidade de ver o processo todo, de algo ser produzido, de presenciar o desenvolvimento de algo que surge no meio de um monte de panos, costuras e cortes, da inspiração e do trabalho árduo.
É um grande tesouro que damos às crianças quando nós os envolvemos no processo de fazer coisas, mesmo que seu envolvimento seja somente como um espectador. Eles não apenas vêem de onde nascem as coisas mas também percebem o poder e a segurança que o conhecimento traz, que eles próprios podem realizar .

Solzinho aconchegante de um domingo de outono em São Roque - SP. Fomos passear à tarde após o almoço para nos divertir , curtir a vidinha à três e subimos até o Ski Mountain Park que estava tranquilo sem muita gente então aquele sossego tomava conta do ar mais friozinho ideal para um chá.

Desde o início já fui sentindo na pele a aventura que seria essa história de ser mãe, e esta viagem não teria volta, não teria recomeço nem mesmo se tivesse um segundo filho pois seria diferente, com certeza.
Esta semana foi daquelas que na hora a gente quer sentar e chorar mas no futuro estarei lembrando com muito amor e dor no coração porque foi muito intenso, muitos sentimentos, acontecimentos, fatos, pessoas, dúvidas, esperanças, sonhos, ilusões, tantas divagações, tanto amor envolvido, tudo somente pela Camila.
Agora com 3 anos essa menina cheia de vida, entusiasmo, curiosidade e sabedoria está me deixando maluca, cabelo arrepiado em muitos momentos meus nervos estão à flor da pele! Esta é a primeira adolescência, disse minha melhor amiga e conselheira e para me acalmar disse que a próxima nem é tão ruim assim se comparado à essa!!
Camila tem seus ataques repentinos de contrariar tudo e à todos, não importa o local, o momento nem com quem. Também não aceita respostas idiotas ou disfarçadas, quer saber tudo na lata, pode desconhecer a palavra, a frase respondida mas sabe quando é sincero e verdadeiro, olha nos olhos.
Então isso nos incomoda, mas que bom que ela libera todos esses sentimentos não é mesmo? Porquê quem precisa de terapia é a mãe, não ela ( que nunca vai precisar de um...).
Há um mês atrás surtei e tive uma enxaqueca que me fez parar no PS ( Paz e Sossego, ou Pronto Socorro), alí me deram algo maravilhoso que tirou minha dor, queria me sentir assim sempre... estava no céu!
Daí eu caí do céu.
O mundo desabou essa semana, Camila com tosses fenomenais, vômito de dia, reclama de dores de cabeça, corre para Pediatra, corre para tirar raio x, volta para pediatra ( que já está bem íntima ), papai falta no trabalho, dedicação total à você minha filha!
E que papai maravilhoso esse ( haja sal grosso hoje à noite), ele não reclama, se entrega de corpo e alma para o que der e vier quando se trata de saúde ( dos outros), e cuida da gente como um pai tem que cuidar da família.
Mas papai à parte, a mamãe aquí tem o dom de bater as portas, joga o vaso no chão se precisar ( que pena, foram-se todos na última limpeza, caçamba cheia), grita e esperneia,arranca os cabelos, transpira, xinga, só não bate porquê aí já é baixaria e burrice mas se pudesse, bateria em sí mesma. Mas eu lí na internet em algum Google da vida que nessa fase da criança os pais se perguntam, onde foi que eu errei? E a resposta é simples, não é culpa sua, é a fase que o rebento tem que encarar ( e você também, há,ha,ha).
E eu que queria caprichar no convite do bazar da Bia, fazer uma chamada tchaaaan mas que nada, foi bem normal por assim dizer. E deixei com ela o resto da responsa de copiar, comprar papéis, distribuir... Mas daí tem mais, meu planejamento contava com essa semana free, para eu costurar tudo que precisasse para o bazar, mas, daí acabou, só sobraram 5a. Feira e 6a. Feira de tarde e olhe lá porquê já não posso contar com nada. Se contar dá azar.
E fica aquí meu relato de que apesar dessa úlcera toda que tô sentindo , verdade, minha barriga tá doendo não sei porque ... Mas fico muito grata e feliz de poder acompanhar esses chiliques, de poder ficar o dia inteiro com a Camila inventando coisa prá fazer com ela, aguentando seus caprichos, ouvindo manha e tudo que se pode imaginar de insuportável!Cansa ? Estressa! Mas tô aqui prá isso e me sinto tão mais madura, mais mãe, mais mulher, mais ... boboca e chorona. É isso, é dureza mas dá prazer, dá prá entender?
